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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

COM AS MULHERES ESTÁS SEMPRE A PERDER


É assustador o número de coisas que as mulheres fazem mulher do que os homens (em muitos casos, baste-lhes só fazer). Enumerá-las seria fastidioso, humilhante e corria-se o perigo de aparecer alguma a acrescentar mais uma parcela à lista. Felizmente os linguistas inventaram uma palavrinha de quatro letras que resolve a questão em menos de dois segundos.
É verdade que muitos homens ficam a dever às suas esposas muito daquilo que são. São elas que lhes revelam a virtude da paciência e lhes mostram a importância da humanidade nos negócios; através delas descobrem a beleza do amor e a alegria da paternidade.
Entretanto e por causa delas, os homens fazem coisas admiráveis, ultrapassam os seus limites vezes sem conta, inventa, constroem, descobrem...

Os homens evoluem imenso para impressionarem as mulheres, embora não as deslumbrem por aí além, porque aquilo que elas mais admiram mede-se pouco em quantidade e raramente tem valor comercial.
Por mais valiosa e relevante que seja a conquista de um homem, ela fica sempre aquém da grandiosidade de um valor ou da beleza de um sentimento.
Nas relações humanas, as coisas tangíveis preenchem-nos bem menos que a força dos sentimentos. Por isso, o homem está sempre em débito. Trabalha imenso para aquilo a que ele próprio dá menos valor, esforça-se muitíssimo para seduzir uma mulher em vez de se tornar ele mesmo objeto de admiração.
Entretanto a mulher vai aproveitando para exercitar uma das suas especialidades: fazer muito com pouco. Com pouco esforço, faz um homem gastar muito dinheiro! Tanto que às vezes só dá para pagar em prestações.
No entanto, nem nessa altura o homem consegue mudar a sua condição de devedor… pagador e sofredor! É uma espécie de sina masculina: muitos homens devem às suas mulheres tudo aquilo que são; muitos mais devem às suas mulheres tudo aquilo que devem!

Gabriel Vilas Boas 

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