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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

JARDINS VERTICAIS

No último artigo fiz referência a uma parede verde, um grande jardim vertical ao lado do edifício de La Caixa de Madrid projetado pelo botânico francês Patrick Blanc (Paris,1953-). Gostava de continuar abordar este tema que faz parte da arquitetura paisagística. É precisamente na incorporação de paisagem e arquitetura que Patrick Blanc apresenta todas as possibilidades do uso da vegetação nos edifícios, afirmando que as plantas não necessitam de terra, só necessitam de água, luz e dióxido de carbono.
 


Patrick Blanc desenvolveu uma técnica que permite que os seus jardins verticais sejam tão leves que possam ser instalados em qualquer tipo de parede, grande ou pequena, interior ou exterior e têm na sua construção três elementos fundamentais: uma estrutura metálica, uma “pele” plástica e uma capa de feltro de poliamida imputrescível. A rega e a fertilização são automatizadas e, funcionam como isolamento térmico e como um elemento purificador do ar, onde milhares de plantas e centenas de espécies se espalham formando uma variada paleta, onde os verdes geralmente dominam.



No intuito de minorar e suprir a falta de áreas verdes nas cidades, beneficiando e tirando partido dos espaços, os Jardins-Verticais têm vindo a ganhar “território” no quotidiano urbano, fazendo a diferença na arquitetura e na decoração.
Qualquer pessoa pode construir o seu Jardim-Vertical de maneira simples, fazendo autênticas “Paredes Vivas” que podem ser construídas em varandas, em salas e até mesmo em cozinhas. Estas “paredes” contribuem para a diminuição dos efeitos da emissão de carbono e para a climatização dos espaços.

 

Teresa Beyer

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