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terça-feira, 5 de agosto de 2014

MARILYN MONROE


"Não me alimento de 'quases', não me contento com a metade! nunca serei sua meio amiga, ou seu meio amor.. é tudo ou nada." Marilyn Monroe



   Marilyn Monroe é o grande ícone da sensualidade e da beleza do século XX. 
  A loira mais conhecida da América teve uma existência curta e infeliz. O mundo lembrá-la-à sempre pela sua beleza extrema, pela sensualidade provocatória, pela sedução brutal que exercia sobre os homens e tão comentada entre as mulheres. 
   No entanto, o símbolo sexual da América de Kennedy morreu cedo. A angústia duma vida pessoal infeliz pôs fim a uma vida que era um sonho para os outros, mas pouco melhor que o inferno para a própria. 


   A separação dos pais, logo após o seu nascimento, levou-a a ser educada por pais adotivos. Mal atinge a idade adulta, decide casar-se, mas também no amor Marilyn não é nada afortunada. A sua curta existência regista três casamentos, mas todos acabaram em divórcio. O primeiro foi com James Dougherty, o segundo com Joe DiMaggio e, finalmente, com Arthur Miller. Alega-se ainda que foi casada com o escritor "Bob" Robert Slatzer. É acusada de ter tido casos com os irmãos John Kennedy (presidente dos Estados Unidos na época) e Robert Kennedy. Aliás, ficaram célebres os parabéns que a loira mais desejada da América cantou pessoalmente a John Kennedy a 19 de maio de 1962 - "Happy Birthday, Mr. President", a que o presidente terá retribuído com a seguinte observação: 
"Obrigado. Agora posso aposentar-me da política depois de ter tido um aniversário cantado de uma forma tão doce e sedutora"


   Desde que entrou no mundo do espetáculo, Marilyn Monroe tinha como objetivo entrar e triunfar no mundo do cinema. Contudo, aquilo que chamava atenção das pessoas era a sua beleza incomum. Por isso nos primeiros tempo foi modelo. Em 1949, chamou a atenção do fotógrafo Tom Kelley, que a convenceu a posar nua. Por esse trabalho recebeu cinquenta dólares e foi a única vez que pousou nua. 
   No cinema, começou por papéis menores e com desempenhos medianos. Todavia, Marilyn foi melhorando a sua técnica de representação. A sua habilidade para a comédia, a sua sensualidade muito própria, entre o pueril e o picante e a sua presença em eventos granjearam-lhe papéis em filmes de grande sucesso, tornando-a numa das mais populares estrelas de cinema da década de cinquenta.


   Apesar de sua beleza deslumbrante, onde se destacavam as suas curvas e os lábios carnudos, Marilyn era mais do que um símbolo sexual da década de 50. Nela sobressaia uma aparente vulnerabilidade e inocência, que juntamente com a provocadora e inata sensualidade, a tornaram querida no mundo inteiro. Ao mesmo tempo que era uma menina frágil e inocente, era uma mulher dominante e irresistivelmente sedutora. 
  A sua carreira cinematográfica foi curta. Dos dez filmes em que participou, merece destaque o filme Some Like It Hot que se tornou num grande sucesso e foi indicado para seis Óscares.


   Monroe recebeu críticas muito favoráveis pela sua atuação nesta película e com ele ganhou o Globo de Ouro na categoria "Melhor Atriz - Comédia ou Musical". 
   A 5 de agosto de de 1962, Marilyn Monroe foi encontrada morta. Apesar das muitas teorias especulativas sobre um possível assassínio, o mais provável é que Marilyn se terá suicidado com uma dose excessiva de barbitúricos.


   O mundo jamais esqueceu a loira platinada e muitos foram os artistas que após a sua morte mantiveram vivo o mito. Madonna no videoclip Material Girl parodiou um dos filmes que imortalizou Marilyn Monroe, The Gentlemen Prefer Blondes. Em 1967, Andy Warhol, que considerava Marilyn um ícone pop da cultura do século XX, pintou uma série de retratos da diva a partir duma fotografia a preto e branco da atriz no filme Torrente de Paixão. Usando a técnica da serigrafia, Warhol fez várias pinturas e gravuras da americana. 
   Os quadros de Warhol tornaram-se célebres e ajudaram a ampliar toda a aura de sedução, charme e sensualidade que eram a imagem de marca de Marilyn Monroe.

   Para terminar deixo-vos com uma música que Elton John e Bernie Taupin fizeram para homenagear Norma Jeane Mortenson, ou seja, Marilyn Monroe.


Gabriel Vilas Boas

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