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sábado, 22 de fevereiro de 2014

A RAPARIGA QUE ROUBAVA LIVROS


Gostei muito do filme " A Rapariga Que Roubava Livros”.
Um filme em que a atriz Sophie Nélisse interpreta a personagem Liesel. Esta cria um novo sentido para a sua vida: roubar algo a que não consegue resistir - livros.


Liesel é uma rapariga adoptada, e aprende a ler já crescida, e que aquando dos bombardeamentos de Munique, no final da segunda guerra mundial, recita os livros para entreter os vizinhos e animar um Judeu que está escondido na sua cave e gravemente doente.
Os livros não são apenas algo que ama. Servem para estabelecer a ligação com o outro (vizinhos ou Judeu) e permite ao realizador mostrar que a humanidade triunfa sobre a animalidade da guerra.



Ao colocar o pai adotivo como o agente que incute em Liesel o vício de ler, o realizador (Brian Percival) quer mostrar que ensinar o prazer de ler é um ato de amor. Só um homem profundamente sensível pode esquecer as horríveis circunstâncias de guerra em que vive e centrar a sua atenção em algo tão delicado e profundo como o prazer de ler.

Noutra perspetiva podemos observar que afinal nem todos os vícios são maus!

Quando vemos este filme, não podemos deixar de notar e destacar a fantástica representação da actriz principal, Sophie Nélisse, que com 13 anos faz um excelente papel.

“A Rapariga que Roubava Livros” é um filme tocante que relata com mestria os tempos da Segunda Guerra Mundial e o que as pessoas sofreram com a morte ou a partida para outros locais dos seus entes queridos.


Este filme, para além de ter um fantástico enredo e contar com maravilhosos actores, tem também uma pequena particularidade: em vez de ser narrado por um narrador comum é narrado pela Morte que conta como encontrou as almas das personagens deste soberbo filme.

Sofia Saraiva

2 comentários:

  1. NÃO VI O FILME. MAS GOSTAVA DE VER... DEVE TER UM FANTÁSTICO ENREDO E ATORES MARAVILHOSOS!!! PELO QUE LI CONCORDO: "NEM TODOS OS VÍCIOS SÃO MAUS"!!!

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    1. Pois tens de ver, Ana. É também para isso que serve o blogue: motivar as pessoas a "consumir" cultura.

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